' como podemos, dizer palavras que podem magoar as pessoas, de uma forma vulgar... não acredito mais em quem um dia, possa me enganar. sei que a vida não será um mar de rosas, mas a verdade poderia prevalecer entre os homens de boa vontade; viver de coração aberto a novas experiências, estudar a sociedade como funciona de uma forma viril e nítida aos olhos dos percurssores de boas índoles. acho que se um dia nos dermos bem em grupos sociais, teremos que nos adequar a forma mais promíscua e chula que estes grupos vivenciam na mais pura de suas realidades, viver na existência de um 'eu' que não será verídico, não será marcado pelas estradas da vida que vira trazer mudanças ao eu interior que habita em nós, mas não terá voz pra se propalar em virtude de seus pensamentos. viver em circunstâncias nem um pouco favoráveis ao seu intelecto, acaba lhe acarretando sobre-pesos de responsabilidade. não podemos deixar ficar a espera das nossas emoções, temos que busca las onde der e vier. as loucuras da vida nos trazem emoções que poucas pessoas podem nos dar este prazer, nem que ao menos possa ser por um segundo se quer, mas que seja verdadeira. sentimos na pele, que a cada lugar, a cada instante, a cada momento somos vigiados por câmeras ocultas que nos cercam por todos os lados e assim nos sentimos num realty show, da vida real, da nossa vida real, que as vezes pensamos estar em um sonho; não possuímos a liberdade tão falada, pelos cantos do mundo, só possuiremos nossa liberdade quando nos sentirmos livres para amar e ser amados, pra desejar e sermos desejados, para viver e vivenciar tudo e todos àqueles que no circundam. vivemos no século 21, o século da virada onde ainda existem pessoas com a mente poluída pelas imposições da sociedade, que recrimina e desdenha de seus habitantes, que constroem seus limites democráticos. só vivem bem àqueles que de alguma forma estão dentro dos perfis da sociedade, que não é seguido por nenhum membro que se preze a ser digno de coerência, e veja que que a sociedade é formada por membros de diferentes classes, sociais, culturais, étnicas, financeiras... a população exige muito a diferença, mas acaba pecando nos mesmos erros de sempre, que acabam se tornando costumeiros a todos que não buscam sua essência, não buscam ser mais do que pessoas civilizadas abertas a todo e quaisquer tipo de movimentos cultural, que o ser possa se sentir acolhido. somos tão incoerentes, que pra uns, expressamos a nossa verdade, porém pra outros, e história será bem diferente. algumas pessoas, que não possuem características próprias, necessitam de atenção de outras pessoas que também não possuem características básicas ao convívio social, então como status, estes seres se prezam a expressar sentidos no intuito de agradar a terceiros e não a si próprio. não vivemos na descoberta do Brasil, pra sermos índios e dizer: "sim, mim índio"; temos liberdade de expressão, temos a liberdade de ir e vir, não há necessidade de sermos iguais. em época de revolução na década de 70, muito militantes da liberdade exigiam seus direitos a sociedade, ' viva a liberdade não a opressão', eram um de seus gritos de guerra que mais ecoaram pelas estradas em busca da liberdade. paremos e pensemos: por que ser assim? somos livres, não precisamos de outros pra ir e vir. como diria Arruda Aranha : "o outro não é o limite da nossa liberdade, mas é a condição para atingi la". Somos livres, libertos de toda escravidão, não temos necessidades de estarmos presos as garras da sociedade. FAÇA A SUA DIFERENÇA. Pense e redija seus pensamentos em seu prol e faça a diferença na sociedade.
(R.N.)








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